Delícia, né!
Essa é a Clare Wang, a primeira finalista. Divertida, simpática, bonitinha.
Mas não estranhe se no blog ela escrever apenas "all work and no play makes clare a dull girl"


"aprendi a desenhar pra poder morar contigo" - Leya Mira Brander/2005 (obs- essa instalação ñ está na bienal)
Depois disso, aí sim, sentimos o cansaço. Minha cabeça e minhas pernas já não aguentavam mais. A Fê se arrastando ao meu lado. Lembrei que estávamos no pós-breaca, que a zonazul tinha vencido, que poucas horas antes eu dava vexame com meu copo de uisq, dançando com ela santa rosa madalena, ava naguila e blues brothers até as tantas... e que ainda tinha de votar em branco, pegar a filhota na casa da sogra, ir ao clube, copiar alguns dvds antes de devolver na locadora, quem sabe nos ver no fantástico...
...não, isso não. Deixa pros outros.
Só sei que ainda não sei como jamais havia ouvido falar na Leya Brander.
Pergunta 1: quando é que os curadores vão lembrar desse outro gênio brasileiro chamado Luiz Sôlha?
Pergunta 2: quem foi que fez aqueles banquinhos meio Escher espalhados por toda bienal ? Se vendesse na lojinha do Mam, ou então na do livro da cueca assalamada...

Sara Palin ontem - miss alésca, ou "Sara I-Scream" 
E por último, Sara Palin com uma mãozinha do fotoshopi:
E aí? vai votar na b... da sara ou prefere o b... negão? Com ele não é 'antes e depois" do photoshop e sim "com e sem" photochopp, vê só:
b...negão com photochopp:
b...negão sem photochopp:
É por isso que eu sempre digo: Falve o lula noffo rei!!! And dog bleff america.
Sabe que ontem ou anteontem, ao assistir o previdente Lula limpando as mãos de óleo no avental dos colegas, e aí cair na gargalhada, eu me senti pela primeira vez mais próximo dele. Eu também faço isso! Quando sujo as mãos fritando sardinha, coxinha e bolovo aqui no grandslanches, eu adoro limpar as mãos na roupa dos clientes. E aí eu finjo que vou pegar uma coisa debaixo do balcão e cago de rir. Mas rir sozinho é foda, dá gastrite. Então um dia confessei minhas porqueiras a um broder, um super investidor, cara chique e o cacete, e ele na mesma hora se entregou: toda vez que vai à casa de algum amigo, ele faz xixi na pia. E se for o número dois, faz na pia também. E dá-lhe torneira aberta, esmagação no ralo, tira-rapas com a escova de dentes disponível, qualquer coisa para não deixar rastros.
Minha conclusão é uma só: todos nós somos escrotos. E não tem nada melhor que contar os fatos aos amigos durante uma cerveja.
O que eu não podia imaginar é que o previdente lula também fosse da nossa laia.
Mas como o brother não me deixava encostar o dedo naquela merda, e sabendo que um amigo do colégio estava vendendo um Commodore VIC20, convenci meu pai a comprar a máquina. Feito o negócio, descobri que o dono seria ninguém menos que, outra vez, o meu irmão.
Esses gadgets não tinham nem monitor, eram ligados na TV mesmo e como a gente não tinha duas tvs no quarto, o TK foi aposentado e eu fiquei mais uma vez só na vontade. Quase adulto ganhei uma máquina só pra mim. Não era propriamente minha, era da agência onde eu comecei como redator estagiário. Um macintosh classic. Tesão, só tinha o word, pra mim bastava (e bastaria até hoje). Como todo publicitário besta passei a amar aquela maçã, paixão que terminou logo porque nunca entrei nessa onda tec. Mas só se falava em apple, microsoft, mac, pc... e os nerds donos delas, o Estive e o Biu, ficaram bilionários, bonitos, assunto obrigatório em qualquer roda. Ídolos absolutos da minha geração.
Então fui efetivado e com meu primeiro salário, 800 reais, ao invés de comprar um computer só pra mim, resolvi brincar na bolsa de valores. Passei a acompanhar esse mercado diariamente, basicamente para entender porque só eu perdia quando todos ganhavam.
Não nego que só pensei em quanto as ações da Apple despencariam com a notícia. Quantos morreriam junto com ele depois da grana fácil dos últimos anos. E se alguém tivesse vendido as ações na véspera, o médico particular do Estive talvez, imagina o lucro do filha da puta.